Resenha: Por que fazemos o que fazemos?

Prezados, como vão? Espero que bem!!!

 

Hoje trago para vocês a resenha do livro de Autoria do filósofo Mário Sérgio Cortella, intitulado “Porque fazemos o que fazemos?”.

Não considero como um livro de auto ajuda, mas um livro de reflexão. O próprio Autor ao final da obra diz ser um livro que trata de angústias da população em geral.

Os pensamentos ali expostos são coerentes, não havendo nada de “meio mágico”, levando o leitor a refletir, realmente, a cada capítulo.

Particularmente, gostei muito dos capítulos relativos ao esforço, do trabalho não robótico e no capítulo referente reconhecimento no que você faz.

Sobre o esforço, o Autor expõe de forma clara, que o resultado, o bom resultado almejado, necessita de esforço, por vezes até mesmo uma vida inteira de esforço, como o exemplo que ele traz do pianista Arthur Moreira Lima.

O trabalho não robótico, com consciência do que você faz e almeja, também traz um ponto relevante. Há divergência do trabalho com rotina para o trabalho sem desafios. Tal diferença é visível, mas por vezes não fazemos a devida reflexão. Na obra, Mário Sérgio Cortella diz que o trabalho com rotina é, inclusive, o ideal. Você sabe o que tem de fazer, tem uma forma específica para aquilo. Imagine se todo dia você tivesse de reinventar a roda para realizar seu serviço? Isso é totalmente diferente do trabalho monótono, maçante, sem desafios que, aí sim, mora  a angústia de muitas pessoas, ao entender que não há evolução na carreira.

Para finalizar, o conjunto de capítulos do “Porque fazemos o que fazemos?”, traz reflexões do mundo corporativo. Algo interessante que talvez muitos já tenham observado é que as empresas hoje não têm o funcionário como antigamente. Explico. Antes a empresa cuidava do funcionário, agradando-o em diversos pontos, como uma festa da empresa, uma premiação a mais, ou algumas regalias que não eram vistas como abusos. Vejo isso pela empresa que meu pai trabalhou por mais de 25 anos de sua vida. Tudo era uma forma de segurar o bom funcionário.

Hoje, tudo isso se transformou em outras formas de tentar segurar um bom funcionário e que, quando ocorre, vejo que as empresas disponibilizam um tempo maior para o funcionário se qualificar. Vejam bem. Não que isto seja pouco. Acreditem, não é. Mas se compararmos com o que havia antigamente, parece que houve uma perda da relação mais pessoal com os funcionários, ou colaboradores, como preferirem.

Minhas resenhas são curtas, vocês sabem. Por isso não me alongo muito também nesta, apesar de ser, como falei, um livro bastante reflexivo e de leitura rápida.

É isso!

Espero que tenham gostado!

Abraço.

Bráulio.

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Um comentário sobre “Resenha: Por que fazemos o que fazemos?

  1. Quando se tem um objetivo e foco neste objetivo, entendo que o esforço, palavra entendida como algo difícil ou penoso, perde um tanto de suas características e passa a ter uma nova compreensão… o esforço para se conseguir algo que se deseje, e com isso, entendo que se goste, esse esforço passa a ser um prazer, mesmo que te prive de tantas outras coisas prazerosas e exija um outro tanto de você.

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